A MATA
ATLÂNTICA NO ESTADO DE SERGIPE
O Estado de Sergipe localiza-se a leste da região Nordeste e tem a
menor área do Brasil em extensão territorial que é de 22.050,40 km2. Possui
cerca de 1.800.000 habitantes , 62,4% urbanos com densidade demográfica de
77,67hab/km2, e crescimento demográfico de 1,2% ao ano e uma faixa de migração
interna de 11,25% (Pnud/IPEA,2000).
Sergipe é um dos Estado do Nordeste que se apresenta
bastante devastado com relação a sua área natural, onde cerca de 90% é utilizada
como pastagens e atividade intensiva de agricultura, restando apenas algumas
manchas da floresta costeira, mata de restinga, mata ciliar, cerrados
arbustivos e caatinga. Em Sergipe como no Nordeste em geral, as áreas
remanescentes são pequenas e extremamente fragmentadas com grande impacto
antrópico.
Originalmente, a Mata
Atlântica ocupava toda faixa litorânea
sergipana, até a chegada do homem branco
(europeu) em 1501 para tomar posse das terras indígenas, com os objetivos de explorar o pau Brasil, criar gado
e plantar cana de açúcar. Após mais de 500 anos de ocupação,
da Mata Atlântica original restam
poucos corredores ao longo da
extensão litorânea do
Estado, ocupando cerca de 40km2 de largura do território sergipano, com formações de diferentes ecossistemas,
que incluem as faixas litorâneas com
suas associações das praias e dunas, com ocorrência das formações florestais
perenifólias latifoliadas higrófilas costeiras(Floresta Costeira) que ocorrem
ao longo do todo o litoral sergipano sob a forma de pequenas manchas, exceto na
porção sul do estado, onde algumas fazendas particulares se apresentam mais
preservadas, localizando-se normalmente nos topos das colinas mais elevadas, ou
nas encostas que apresentam declividades acentuadas.nos locais onde foi
fortemente devastada, aparecem os cultivos perenes e temporários e
posteriormente as pastagens.A mata atlântica sergipana, ocorre desde municípios
localizados no São Francisco até Mangue Seco na divisa com a Bahia. .

Fonte:
SANTOS, 2005
Apesar
da sua devastação por conta da forte ação antrópica, o pouco que resta
preservado da grande diversificação ambiental, proporciona à
Mata Atlântica uma enorme diversidade biológica, com um bom número de
mamíferos, aves, répteis e anfíbios que ali sobrevive e garante a reprodução de
muitas espécies, sendo que várias delas ainda são endêmicas (só ocorrem ali),
representando todas as espécies do planeta, somente para esses grupos de
vertebrados. A Mata Atlântica ainda possui raras espécies de plantas - das
quais muitas são endêmicas - e é ainda consegue ser o primeiro e maior bloco de
florestas do estado. A zona costeira de Sergipe é dividida em dois setores – o
Litoral Norte e o Litoral Sul. O
Litoral Norte, compreende 2.300km2, em 112 km de extensão, com uma população de
600 mil habitantes (257 hab/km2), em 17 municípios – Aracaju, Barra dos
Coqueiros, Nossa Senhora do Socorro, Laranjeiras, Riachuelo, Maruim, Santo
Amaro das Brotas, Pirambu, Carmópolis, Capela, Siriri, General Maynard,
Pacatuba, Japaratuba, Rosário do Catete, Ilha das Flores, e Brejo Grande.
Apesar de ser uma Reserva Nacional, tem como principal uso do solo a exploração
dos recursos minerais que tem causado sérios problemas ambientais, em
decorrência da exploração de petróleo, gás, cloreto de sódio, cloreto de
potássio e outros evaporitos associados. Como também pela presença de
indústrias de cimento e de fertilizantes.Grande parte das cidades localizam-se
no interior dos estuários e tabuleiros, com exceção de Aracaju e Barra dos
Coqueiros. Grandes propriedades de cocoiculturas, cana e pecuária. Em oito
municípios predomina a lavoura e em outros oito a pecuária. Laranjeiras tem a
maior usina do Estado com grandes canaviais e algumas destilarias de álcool
(Pnud/IPEA,2000).
O Litoral Sul possui 2.500
km2, com 55km de extensão, concentrando 143 mil habitantes (57 hab/km2), em
cinco municípios – São Cristóvão, Itaporanga, Estância, Santa Luzia do Itanhy e
Indiaroba. A atividade predominante é o turismo com o centro histórico de São
Cristóvão, com fácil acesso às praias e uma infra-estrutura de bares,
restaurantes, pousadas em expansão. A economia baseia-se na agricultura.
Estância e Itaporanga formam um pólo industrial alavancado pela indústria
têxtil, de fabricação de sucos de fruta e cervejaria que juntamente com
Itabaiana e Lagarto formam os centros urbanos mais importantes do Estado depois
de Aracaju (Pnud/IPEA,2000).
A caracterização da Mata
Atlântica em Sergipe foi apresentada por Santos e Andrade (1992) e Santos (,
que descrevem:
O ecossistema da região da
Mata Atlântica, envolve 5.750 km2 do Estado. Atualmente a cobertura vegetal
original restringe-se a manguezais, vegetação de restinga e remanescente da
floresta tropical úmida. Também denominada de Mata Costeira, ocupa
aproximadamente uma faixa de 40 km2 de largura estendendo-se de sul para norte
vindo do Estado da Bahia até Alagoas. Apresenta várias associações, com praias
e dunas, vegetação herbácea e ocorre
desde o São Francisco até o mangue seco. Esta vegetação serve para fixar as
areias das dunas móveis. Entre estas destacam-se: salsa da praia, grama da
praia, feijão da praia, capim-gengibre, xique-xique ou guizo-de cascavel .
As associações de restingas
ocupam a largura variável encontrando-se nos municípios de Pacatuba e Pirambu
alcançando muitas vezes 10 km de largura. É formada de uma associação arbustiva
perenefólia que se apresenta baixa, xeromorfa, formando moitas com espécies de
plantas suculentas pertencentes às famílias Cactáceae, Gutiferae e Orchidaceae,
dos gêneros Vanilla e Epidendro. Aparecem muitas arbustivas que se intercalam
com plantas das famílias das Gramineae e recobre parte do solo. Nos campos de
restinga aparecem as seguintes espécies: Ananás, Samambaia-da-praia,
Murici-da-praia e Carrasco.
A vegetação dos campos de
restinga recobrem os solos de areias quartzozas marinhas distróficas e servem
para fixar dunas móveis e também o podzol. À medida que esta vegetação vai se
distanciando da linha da preamar e penetrando para o interior, ela se miscigena
com a vegetação arbórea da restinga, sendo substituída pela mata, que é uma
associação perenifólia pouco densa, cujas árvores têm altura de quinze metros.
Como exemplo citamos: Angelim, Cajueiro, Oitizeiro-da praia, Pitombeira,
Palmeira-oroba, Ouricuzeiro e Araçazeiros.
A associação campos de várzea
é constituída de plantas herbáceas encontradas nos solos da margem direita do
rio São Francisco. É uma vegetação densa, recoberta de gramíneas e ciperáceas
que se encontram nos brejos ou pântanos, várzeas úmidas e alagadas, ou nas
margens dos cursos de água, onde a água proveniente das chuvas se acumula e
onde a drenagem é insuficiente para o escoamento. A vegetação é composta de
plantas higrófilas e hidrófilas assim discriminadas: Piripiri, Tabua, Aninga,
Junco, Capim-papuã e Capim-de roça.
Nas matas de várzea aparecem
algumas espécies caducifólias. Margeando as várzeas os brejos ou pântanos,
desenvolve-se uma associação de árvores com mais de 30 m de altura, de raízes
tabulares, enquanto outra apresentam raízes superficiais longas que buscam a
água. A copa das árvores é grande e aberta e sua vegetação é constituída de:
Gameleira-branca, Mulungu-branco, Canafístula, Ingazeira.
As associações subperenifólias
possuem árvores de até 30m de altura, entre suas espécies encontram-se:
Ingapoca, Visgueiro, Jatobá, Ouricuri, Canafístula, Amescla, Taquara e
Pau-d’álho.
As associações
subcaducifólias apresentam-se com árvores até vinte metros de altura,entre as
suas espécies, destacam-se: Frei-Jorge, Camondange, Maçaranduba, Sucupira,
Jenipapeiro, Gonçalo-alves, Cajueiro, Louro e Murici-da-mata.Quanto as
associações caducifólias mistas com a caatinga, são constituídas de espécies
caducifólias relacionadas com a floresta atlântica e com espécies da caatinga.A
vegetação desta área é constituída, além de árvores de dez a quinze metros de
altura, por espécies arbustivas e herbáceas, dentre as quais: Aroeira,
Pau-d´arco, Angico, Mulungu-vermelho, Cajazeira, Jurema, Pau-de-leite,
Pau-ferro, Braúna-da-mata, Unha-de-gato, Cedro e Trapiá.
A associação de plantas pode
ser apenas de herbáceas ou se estas criarem condições, arbustos e depois
árvores que pontilham esparsas. Com o decorrer dos anos, há uma regressão e as
plantas arbustivas suplantam as herbáceas e depois surgem árvores que
conquistam toda a terra retornando a vegetação natural primitiva. As espécies
herbáceas e arbustivas dos campos antrópicos são:Capim-papuã,
Capim-pé-de-galinha, Capim-gengibre, Capim-favorito,Capim-seda,
Carrapicho-de-agulha, Carrapicho-de-roseta, Capim-amargoso, Capim-sapé,
Grama-de-burro, Carrapicho-beiço-de-boi, Capim-mão-de-sapo, Capim-de-raiz,
Anil, Velamo-branco, Jurema e Umbaúba.
Os Campos antrópicos podem
surgir em qualquer uma das associações perenifólias ou mistas estacionais.
Aparecem, nestas áreas, extensas pastagens de: Capim-sempre-verde,
Capim-brachiária, Capim-pangola.
A fauna da floresta Atlântica
é constituída das seguintes espécies :Paca, Guaxinim, Raposa,
Cachorro-do-mato,Tatupeba, Veado-mateiro, Teiú, Camaleão, Sagüi,Macaco-guigó de
Sergipe, Preguiça, Gaveão-carijó, Urubu-de-cabeça-vermelha, e
Cobra-de-cipó.
O Estado apresenta clima
Tropical quente e úmido e Semi-árido quente, esses dois climas ocorrem no
Estado, cada um em região distinta. O Tropical quente úmido incide na porção
leste e zona da mata; caracteriza-se por apresentar chuvas de outono-inverno
resultando em índice de 1.200mm/ano e temperaturas superiores a 20°C. Já o
Semi-árido quente é registrado no interior mais especialmente no agreste e no
sertão. Quanto as temperaturas, estas são elevadas, havendo diferença no regime
pluviométrico 800mm/ano sendo que, em algumas regiões no noroeste do território
chega a 600mm/ano (Costa, 2005).
Quanto à geomorfologia e
ao relevo, oitenta e seis por cento do Estado apresenta altitudes inferiores a
300m, sendo portanto seu relevo relativamente baixo e o seu território é
composto fisicamente pela Zona da Mata, Agreste e Sertão, de forma mais suave
que nos demais estados nordestinos.
O Estado de Sergipe
possui uma rede hidrográfica constituída por pequenas bacias fluviais à exceção
da do Rio São Francisco, cujos limites se encontram muito além da área em
questão.
Na região da Mata
Atlântica existem cinco bacias hidrográficas: Complexo Real-Fundo-Piauí, Rio
Vaza-Barris, Rio Sergipe, Ro Japaratuba e Rio São Francisco. À exceção do rio
São Francisco, os rios apresentam regimes hifdrológicos intermitentes nos
trechos da região semi-árida e agreste e são permanentes nas regiões úmidas
onde formam mananciais usados para abastecimento público, irrigação e recepção
de efluentes industriais e domésticos (Pnud/IPEA,2000).
A disponibilidade hídrica
em Sergipe é escassa, agravando-se não período de estiagem como afirma Ab’Saber
em referência á drenagem: “Um magro sistema de cursos d’água de áreas
semi-áridas, intermitentes e irregulares, dotado de fraquíssimo poderio
energértico e são desprotegidos do quorum de precipitações anuais suficientes
para os alimentar permanentemente”.
O crescimento
populacional, as exigências crescentes por energia e alimentos estão impondo
crescentes demandas aos suprimentos de água disponível. Os sistemas de descarga
dos detritos e escoamento de esgotos urbanos e rurais acrescidos das atividades
industriais e de mineração são as principais fontes de poluentes tóxicos das
águas.
As águas subterrâneas
representam um precioso manancial de água doce e qualquer poluente que entre em
contato com o solo pode contaminá-las. No Estado de Sergipe os lençóis
freáticos são poucos profundos facilitando, sobremaneira, a sua contaminação.
Há ocorrências crescentes de contaminação das águas subterrâneas com água
salgada, contaminadores microbiológicos e produtos químicos inorgânicos e
orgânicos tóxicos, incluindo pesticidas. Práticas de irrigação têm elevado a
salinidade das águas subterrâneas, à medida que a água utilizada é retirada das
áreas da costa.
A exploração de petróleo
e gás natural pode contaminar as águas superficiais e os lençóis de águas
subterrâneas, mistura de água salgada com água doce.
O desflorestamento nas áreas de bacias
hidrográficas para obtenção de lenha e madeira para uso doméstico e destinada ao uso comercial além
das pastagens e práticas de cultivos inadequados reduz a quantidade de água
disponível durante as estações secas. Os solos erodidos que descem das áreas
elevadas causam a sedimentação das represas, usadas na armazenagem de água e
geração de energia. O desmatamento está causando desertificação de grandes
áreas antes com farta cobertura vegetal.

Foto 2-
Área degradada devido ao intenso uso agrícola na margem direita do Rio Cotinguiba,SE.(1999).

Foto 3 - Queimada, uma prática comumente
utilizada antes da colheita da cana-de açúcar na margem direita do Rio
Contiguiba, SE. 1999.
Os principais problemas
ambientais e as atividades de riscos estão descritos no quadro a seguir:
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ECOSSISTEMA |
ÁREAS/ATVIDADES
DE RISCO OU DEGRADADAS |
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Zona
costeira |
Atividades
de alto impacto/risco: [ Desmatamento da Mata Atlântica Assoreamento dos rios [ Especulação imobiliária [ Indústria de cimento, fertilizantes e produtos químicos [ Ocupação indevida das dunas, manguezais, terrenos da
marinha, interior dos estuários e ilhas |
|
Litoral
Norte |
Áreas
de risco/degradadas geradas pela: Construção
da Ponte Aracaju Barra dos Coqueiros [ Atuação da Petrobrás nos municípios de Carmópolis,
Japaratuba, Riachuelo e Divina Pastora: desmatamento da Mata Atlântica,
aterros, tráfego de veículos pesados, erosão de encostas, assoreamento do rio
Japaratuba; [ Aumento do lixo e despejos domésticos com a expansão de
Aracaju para Nossa Senhora do Socorro e barra dos coqueiros; [Despejo de Esgotos domésticos e industriais que poluem o
rio Sergipe até a foz, na Praia 13 de Julho, Praia dos Artistas e eliminam a
balneabilidade das praias a exemplo da Atalaia; [ Fábricas de cimento em Nossa Srª do Socorro e
Laranjeiras, Nitrofértil- fábrica de amônia e uréia; [ Usina açucareira jogando vinhoto in natura [ Exploração de potássio pela Vale do Rio Doce- rosário do
Catete; [ Especulação imobiliária e destruição dos mangues –
Aracaju e Barra dos Coqueiros |
|
Litoral
Sul |
Áreas
de risco/degradas geradas por: [ Especulação imobiliária que provoca devastação de
mangues e desaparecimento de dunas;comprometendo a economia dos pescadores [ Padrões de construções inadequados e loteamentos na zona
costeira [Despejos de mefluentes domésticos e industriais em
Estância que atingem o estuário dos rios Piauí e Real |
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A legislação referente ao meio ambiente e à Mata Atlântica tem
como base legal a Constituição do Estado de Sergipe, no seu Capítulo IV – Do
Meio Ambiente, da Ciência e Tecnologia, Seção I que dispõe no seu Art. 232: Todos têm direito ao meio
ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à
sadia qualidade de vida, impondo-se ao Estado, ao Município e à coletividade o
dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. § 1º
Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público, com o
auxílio das entidades privadas:
XI - informar sistematicamente a população sobre
os níveis de poluição, a qualidade do meio ambiente, as situações de risco de
acidentes e a presença de substâncias potencialmente danosas à saúde na água
potável, nas praias, nos balneários e nos alimentos;
XIII - promover o gerenciamento integrado dos recursos hídricos,
diretamente ou mediante permissão de uso;
O parágrafo 9º dispõe que o Estado e os Municípios sergipanos
costeiros darão absoluta prioridade:
I - ao combate à poluição das
praias sergipanas e dos rios que deságuam no litoral correspondente à faixa
marítima estadual;
II - à preservação das dunas
que servem de contenção ao avanço do mar por toda a orla urbana dos municípios
sergipanos e seu imediato prolongamento.
O Art. 233 determina que são
áreas de proteção permanente os manguezais, as dunas, as áreas remanescentes da
Mata Atlântica, as cabeceiras de mananciais, as áreas de desova das tartarugas
marinhas, a serra de Itabaiana, as matas ciliares, todas as áreas que abriguem
espécies raras da fauna e da flora, bem como aquelas que sirvam como local de
pouso ou reprodução de espécies migratórias.
O Art. 234 estabelece que são
áreas de relevante interesse ecológico os sítios arqueológicos, as cavernas,
encostas de morro com mais de quarenta e cinco graus de inclinação, faixa
mínima adequada ao redor dos cursos de água, a caatinga e o cerrado, e sua
utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a
preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso de recursos naturais.
Medida Provisória 2.166-67/01, altera os arts.
1o, 4o, 14, 16 e 44, e acresce dispositivos à Lei no 4.771, de 15 de setembro
de 1965, que institui o Código Florestal, bem como altera o art. 10 da Lei no
9.393, de 19 de dezembro de 1996, que dispõe sobre o Imposto sobre a
Propriedade Territorial Rural - ITR, e dá outras providências
Resolução Conama 303/02, estabelece parâmetros, definições e limites referentes
às Áreas de Preservação Permanente.
Resolução Conama 302/02, estabelece parâmetros, definições e limites para as
Áreas de Preservação Permanente de reservatório artificial